One-shots

Umas divagações e uma listinha legal.

Acho que um bom jeito de começar esse post é definindo o que é um one-shot. Pode ser surpresa para alguns, mas as possibilidades vão muito além de apenas o “piloto” de uma serialização. Um one-shot é basicamente uma obra feita para apenas uma edição de uma revista, o que significa que não será publicada uma segunda edição ou edições posteriores. A história pode ou não continuar (e aqui entra a idéia do “piloto”), mas, na maioria das vezes, o one-shot é considerado uma história completa por si só. O termo não denota uma contagem de páginas específica, mas raramente passa muito de 50, e pode ser bem menor (vou falar de uns com 8 páginas).

Nesse post, eu vou meio que ignorar os “pilotos”, eles não me interessam muito. São criados mais por motivos mercadológicos; para testar a capacidade do autor e a aceitação do público, para garantir se investir na continuação daquela história vai render dinheiro para a revista. Não tem muito que falar desses: são importantes e interessantes mercadologicamente, mas são feitos sempre pensando na existência de uma história mais longa. Quero falar dos que são feitos para ser apenas o one-shot, e só.

Com isso na cabeça, pense no que deve ser criar um one-shot independente para um mangaká qualquer. É um capítulo que não tem uma série o cercando, não tem o objetivo de ser uma série. Não há a estrutura definida de uma obra maior para ajudar ou limitar o autor. Tudo que ele tem são as páginas na sua frente e a si mesmo.

Acho que é possível concordar comigo (estou especulando também) quando digo que essa deve ser uma das experiências mais libertadoras na mídia inteira. Não é necessário se preocupar com ser fiel ao começo do mangá, ou de preparar para o fim dele. Não há um universo com regras pré-definidas, não há nem menos um roteiro com regras pré-definidas. O mangaká pode, essencialmente, fazer o que ele quiser.

E poucas coisas revelam tanto sobre um ser humano quanto a liberdade. Ele está livre para fazer o que quiser, então certamente o fará. Assim, podemos entender o que ele quer realmente quer fazer. Portanto, esses one-shots são uma forma sensacional de entender melhor outras obras do autor, e até mesmo entender melhor o próprio autor.  Exemplo: certo dia, eu e o Vaca passamos umas três horas discutindo Origin of Nudity, one-shot de Usamaru Furuya, que nos ajudou imensamente a interpretar cada obra e cada conceito do cara. Quais as mensagens que ele quer passar? O que ele acha certo, o que ele acha errado? Sem Origin of Nudity, não saberíamos. Não vou falar mais sobre esse one-shot: é trabalho do Vaca, que é fanboy do Furuya. Mas é muito, muito bom.

Mas voltando: a liberdade desses caras gera centenas de possibilidades fantásticas. Se tudo o que interessa o autor é uma idéia, uma mensagem, ele pode expressá-la em poucas páginas, sem influência de personagens, roteiro, começo, meio e fim. Se ele quer construir um mundo, idem. Se quer construir personagens, quer criar uma “atmosfera”, quer fazer ação de alta octanagem, ele é livre pra fazer isso sem qualquer limitação de estrutura. E isso resulta em experiências incrivelmente interessantes que raramente duram mais de 10 minutos. Sempre que não sei que mangá ler, volto para one-shots, e raramente me decepciono. É um universo extremamente interessante.

E se você não tem o costume de ler one-shots, bom, listinhas de recomedações servem pra isso. Isso não é um Top10, e si uma lista qualquer de 10 one-shots que eu acho que as pessoas deviam ler. Sem spoilers relevantes, podem continuar lendo o post tranquilos.

OBS: Hotel, Koe no Katachi e o supracitado Origin of Nudity estão implícitos (os dois primeiros porque são batidos, e o terceiro porque sim, ora bolas. O texto é meu). Se não leu, tem que ler também.

Enfim, vamos nessa?

Heart Food (Dowman Sayman)

Eu não poderia começar de outra forma. Se conheço alguém que dominou one-shots a ponto de merecer o título de gênio nesse formato, esse alguém é Dowman Sayman. Normalmente por volta de 8 páginas (acho que o one-shot mais longo que já li dele tem umas 20, e os mais curtos chegam a 4), o cara sempre consegue passar sua loucura/criatividade perfeitamente. As ambientações das histórias tão variadas e insanas que nem vale a pena citar algumas, a graça está em descobri-las quando elas estão na sua frente. E ainda assim, ele quase sempre cria personagens interessantes o suficiente para que você realmente se importe com o que acontece com eles.

Escolher qual das diversas maravilhas dele eu deveria recomendar deu bem mais trabalho, mas acho que Heart Food foi uma boa decisão. Ele conta a história do encontro entre uma garota e um tigre. Como talvez dê pra notar pela premissa, ela tem sua cota de bizarrice, mas não chega a ser dos mais insanos dele, não vai assustar ninguém. Além disso, poucas vezes Sayman foi tão humano quanto aqui; a garota e o tigre são dois personagens extremamente vivos, com personalidades e conflitos orgânicos. Ao fim das 8 páginas, você sente que a história foi resolvida muito bem, e ao mesmo tempo quer ver um pouco mais deles, o que é um fantástico testamento à qualidade de uma história tão curta.

Ah, e motivos mais práticos: o one-shot é totalmente colorido, o que é meio interessante por si só, e usa isso muito bem a seu favor, criando uma baita atmosfera com as cores e sombras no background. Além disso, bom, foi o primeiro Dowman Sayman que li, e é o que abre uma das coletâneas. Pensando bem, era uma decisão meio óbvia.

 White Rain (Yoshitoshi Abe)

ABe deveria dispensar apresentações, mas pra quem não conhece, ele é o criador de Serial Experiments Lain, Haibane Renmei, Ryuushika Ryuushika, entre outros. E entre esses outros está White Rain, um dos meus one-shots favoritos (como todos nessa lista, mas tudo bem). Ele conta a história de duas garotas se conhecendo em um mundo totalmente novo para as duas, e estou o recomendando basicamente por um motivo: construção de ambiente.

Em 40 páginas, ABe cria um universo misterioso e incrivelmente tenso, coloca duas personagens no meio dele que não têm muita noção de como ele funciona (meio como o próprio leitor), e a interação entre elas e o universo é absurdamente fantástica. O traço vai de “sala esterelizada” até “rabiscado caótico” e leva você junto, e a palavra chave sempre é “atmosfera”. Você sente e entende o mangá a cada página. Tenho que ser vago pra evitar spoilers, mas confiem. Como bônus, os diálogos da obra são excelentes. O final não é exatamente o que eu queria que fosse (e talvez nem mesmo o que deveria ser), mas no geral, é uma obra simplesmente fascinante.

Sayonara ga Chikai node (Makoto Yukimura)

Esse sim, eu me recuso a apresentar. Se você não leu Planetes e/ou Vinland Saga, largue esse post agora, largue tudo agora e vá ler o que não leu. A única outra obra publicada por Makoto Yukimura é esse one-shot, e ela não faz feio na mangagrafia dele.

A história de Okita Soji, ex-capitão da Shinsengumi (força policial do fim do xogunato japonês) se destaca por 1) Okita Soji e 2) a Shinsegumi. O que é um jeito muito polido de dizer que os fortes dessa obra são seus personagens e sua representação do período. Por um lado, Yukimura conta com maestria a história de um espadachim talentosíssimo que não tinha motivo nenhum para matar ninguém (mas matava mesmo assim). Por outro, fazendo jus ao título (algo como “Porque o adeus está chegando”) ele mostra com emoção a transição da “era das espadas” para a era das armas (destaque para a excelente figura auxiliar que é Kondo Isami, comandante da Shinengumi e amigo de Okita).

Aliás, essa é uma daquelas raras (e sempre adoráveis) obras que não são cheias de simbolismo, mas ainda assim sustentam uma bela discussão sobre o que exatamente querem dizer. E não porque são confusas ou inconsistentes, mas porque são realmente profundas, mesmo sem parecerem na superfície. Podemos ter uma bela conversa sobre como a luta sem ideologias de Okita e como isso se relaciona com certa melancolia de Kondo em ver a “era das espadas” passar. Aliás, Sayōnara ga Chikai node pode dar diversas pistas sobre as futuras direções de Vinland Saga. Para os leitores desse (maravilhoso) mangá, recomendo ainda mais a leitura. Se você não é um deles, bom, leia o one-shot mesmo assim. É uma maravilha por si só.

Marié, Ten Years Later (Hagio Moto)

Falei rapidamente sobre A Drunken Dream and Other Stories nas Leituras Caseiras #03, e mencionei que Marié, Ten Years Later era um dos meus one-shots favoritos de todos os tempos. Bom, aqui está ele, membro importantíssimo dessa lista. O grupo era Taichi, Tsugawa e Marié. Tsugawa casou com Marié, Taichi sobrou, e dez anos se passaram. A história mostra eles tentando se reconectar.

Não vou poder justificar o que vem a seguir por não querer dar spoilers, mas Marié está aqui por um único motivo: o one-shot não perdoa. Não há redenção, não há final feliz, não há compensação pelos dez anos de sofrimento. Marié é o retrato mais desolador da vida comum que já vi. Não há momentos como os melhores momentos, e todos os outros serão pálidos e mortos comparados a eles. É esmagadoramente triste, implacavelmente doloroso. Serve como uma lição para viver a vida ao máximo: para tomar conta de suas memórias, porque elas não poderão ser revividas. Em toda sua tristeza de talvez 20 páginas, é uma das histórias mais ousadas que já vi, e carrega um dos impactos mais poderosos.

Island (Naoshi Komi)

Naoshi Komi é o cara que faz Nisekoi, o que chega a ser absurdo quando penso sobre isso. Gosto de Nisekoi, mas tentando olhar objetivamente, mal chega a ser passável. Enquanto isso, Island (e Williams, e o “piloto” do próprio Nisekoi, mas vamos ficar com Island) é simplesmente fantástico. É, possivelmente, meu one-shot favorito dentre todos nessa lista.

Island conta a história de duas garotas que vivem numa cidade cercada por muralhas. Garotas que sonham em escapar delas. De certo modo, isso resume Island: sonhos. É incrivelmente tocante as ver interagirem com uma sociedade que esqueceu como sonhar, ver os sonhos das próprias garotas serem postos à prova. Dá pra notar que Naoshi Komi acredita em tudo o que está colocando nas páginas, que pouco ou nada importa mais para ele. Talvez por isso seja sua melhor obra até hoje. E a mensagem de Island também é adorável. Toda a ideologia que elogiei em One Piece aqui, o que acredito que é a maior qualidade do mangá, está sintetizada e  potencializada em Island.

Ah, e outra coisa que eu adoro em qualquer tipo de história curta: o verdadeiro clima de prólogo. A sensação de que vai começar uma grandiosa aventura e que só estamos vendo o começo. É um fantástico estímulo para a imaginação mais infantil (no melhor sentido possível), e é o tipo de coisa que todo one-shot “piloto” deveria saber fazer. Mas é absurdo querer que todos sejam tão bons quanto Island.

 The Enigma of Amigara Fault (Junji Ito)

Amigara FaultJunji Ito é outro que dispensa apresentação. O mais famoso nome do horror (ou terror, sei lá) nos mangás é famoso principalmente por Uzumaki. O que é compreensível, mas na minha sincera opinião de bosta, esse one-shot é bem superior.

Esse é outro one-shot que deve tudo a sua atmosfera. A tensão e o suspense permeiam o ambiente da obra, os personagens da obra, os acontecimentos da obra, tudo. Tudo gira em torno dos assombrosos buracos com formato de pessoas. As expressões faciais dos personagens são muito reveladoras, e passam todas as emoções sentidas com força maior do que a do próprio diálogo. Para mim, é extremamente difícil justificar a qualidade de uma obra de terror (ou horror, sei lá). Mas The Enigma of Amigara Fault me fez ter uma noite de sono bem ruim, e acho que isso é um bom elogio, considerado o contexto.

Allumage (Lynn Okamoto)

Lynn Okamoto… bom, o cara fez Elfen Lied. Se você está lendo esse texto, provavelmente é familiarizado com otacoisas, e provavelmente já ouviu falar de Elfen Lied. Se você é familiarizado com otacoisas e não ouviu falar de Elfen Lied, a proverbial caverna está lhe fazendo mal. Mas enfim, eu nunca li/vi o trabalho mais famoso de Okamoto. Se for algo no nível de Allumage, é um erro que preciso consertar.

O one-shot gira em torno de uma dublê que quer ser atriz de cinema, a (meio estranha) relação dela com seu irmão, e a estadia da tal dublê em um hotel; estadia essa que dá horrivelmente errado. Aliás, sobre essa relação da personagem principal com o cinema; ou é a mais feliz coincidência da história, ou é o sinal de um autor que sabe perfeitamente o que está fazendo. Estou mais disposto a apostar no segundo. Isso é porque uma fantástica definição para Allumage é “filme de ação”.

Não, não aquele filme de ação idiota que tem tiros e explosões e espera que você goste dele por causa disso. Aquele filme de ação onde as coisas não param de ser relevantes e não param de acontecer, e aquele filme de ação que sabe que você quer se importar com as pessoas envolvidas Aquele filme de ação que é tudo que você pode esperar de um filme de ação. Ou talvez de qualquer filme, na verdade.

Allumage anda o tempo todo em uma corda bamba entre a ação acéfala e o melodrama barato. Ele zomba da corda, desafia a gravidade a derrubá-lo, ri da mera possibilidade que as leis da natureza poderiam impedir a loucura que está acontecendo. E Allumage simplesmente não cai da corda. É um exemplo fascinante do nível de absurdos em um mangaká talentoso pode chegar sem perder o sentido, a relevância e a qualidade. Se esse one-shot é indicador de algo, eu realmente devia ler Elfen Lied.

Kumabachi no Koto (Hitoshi Ashinano)

Hitoshi Ashinano é o criador de Yokohama Kaidashi Kikou. No mundo ideal, eu poderia parar agora, porque no mundo ideal todo mundo conhece Yokohama, todo mundo leu Yokohama e todo mundo adora Yokohama. A mera menção de um trabalho do autor de Yokohama faria todo mundo correr pra ler tal trabalho. Mas não vivemos no mundo ideal, então sou obrigado a fazer uma recomendação digna do nome.

Kumabachi no Koto é sobre uma mulher encontrando um cara que voa numa abelha.

Desde o estágio embrionário desse post, eu sabia que precisaria colocar aqui Marié e Kumabachi. De certa forma, eles são aproximações diametralmente opostas à vida comum. Enquanto Marie é sobre a desolação “terrena”, Kumabachi é sobre uma tranquilidade quase mágica. Existe um cara, ele voa numa abelha, e é isso. É tão simples e tão fascinante ao mesmo tempo: eles se encontram, eles se entendem, eles partem para seus caminhos com um dia um pouco mais feliz.

Quem eles são, o que eles querem, pra onde eles vão: de certa forma, não importa. O próprio evento é o foco. De certa forma, o próprio evento não importa: é um momento curto no meio de vidas tão maiores do que essas 16 páginas. E elas entregam isso com simplicidade e beleza tão orgânicas que só poderiam vir de um mestre como esse.

Felizmente, Yokohama Kaidashi Kikou é uma obra adorada pela maioria dos que a lêem, o que me dá suporte o suficiente pra falar o que quero falar: se você o conhece, Kumabachi no Koto é o Ashinano que você sempre amou. Se não o conhece, Kumabachi no Koto é o Ashinano que você vai amar.

The Crows, the Girl and the Yakuza (Hiroki Endo)

Crows Girl YakuzaHiroki Endo é o autor de Eden: It’s An Endless World. Uma parte de mim quer repetir o que falei sobre Hitoshi Ashinano e Yokohama ali em cima, mas Eden realmente não é pra todo mundo. Diabos, talvez nem seja pra mim: afinal de contas, não acabei até hoje. Enfim, tanto faz. O fato é que esse one-shot também não é pra todos, o que não é problema. Ele compensa isso sendo uma maravilha.

O título é quase auto-explicativo: uma garota que cuida de corvos conhece um Yakuza, que é um corvo do seu próprio jeito. E o que se segue é uma das coisas mais fantásticas e lindas que li na vida. Crows, Girl, Yakuza é uma obra de idéias, e todas elas giram em torno do conceito de “fraqueza”, ou talvez “derrota”. Os corvos permeiam todo o one-shot, e são um símbolo para isso: eles são os excluídos, os perdedores, os fracos. Muito como a garota, e muito como o Yakuza.

Aliás, essa é uma daquelas maravilhosas obras razoavelmente simbólicas que não entram no campo da masturbação, e mantém total contato com a alma do leitor. Endo não está simplesmente registrando seus pensamentos num pedaço de papel, ele está ativamente dando seu máximo para passar a idéia para nós. Com personagens marcantes, com eventos relevantes, com ações e diálogos impactantes (o rápido comentário sobre Freud me lembra Tarantino, e vindo de mim isso é um tremendo elogio): nenhum dos aspectos fundamentais de uma história é negligenciado.

Além disso, é importante destacar que esse one-shot tem, digamos, uma “mensagem”, resultado de toda a idéia sobre fraqueza que ele tem. A mensagem final é surpreendentemente positiva quando se olha para o clima do mangá, e uma parte de mim acha essencial dar crédito a qualquer obra que fala sobre coisas assim. Chame de exagero se quiser, mas The Crows, the Girl and the Yakuza é o tipo de obra que faz uma sociedade evoluir. Há pouquíssimas coisas que eu valorizo tanto quanto isso.

Tenshi no Wakamae (Gou Oohinata/Tsutomu Takahashi)

E esses caras, eu não faço idéia de quem são. Ah, Takahashi escreveu coisas como Skyhigh e Jiraishin, que conheço vagamente de nome. Mas não li nada deles, e por causa desse one-shot, valeu a pena. Esse caso é uma exceção: acho que é melhor não ter lido nada deles quando for ler esse one-shot. Atrapalharia a graça.

Sim, graça, porque Tenshi no Wakamae é uma piada. Não é nem uma comédia, é uma piada. Sabe aquele tipo de anedota babaca que começa com “um cara entra num bar…”? É exatamente isso. Na verdade, a história literalmente se passa num bar. Quando você para pra pensar, piadas cabem com perfeição no formato de one-shot. Ambos são livres para não terem preparação prévia, roteiros fantásticos, personagens marcantes, conceitos geniais: eles começam e terminam em pouquíssimo tempo, e podem fazer o que quiserem nesse tempo. E até hoje, não vi ninguém que fez o que Tenshi no Wakamae fez aqui.

E bom, eu ri da piada. Acho que isso resume bem a coisa.

Não sei como encerrar esse texto. Há braços e até a próxima.

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Sobre rauzi

Escrevendo para me lembrar que era verdade.
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10 respostas para One-shots

  1. Henrique(Kite) disse:

    Belo post, parabéns :)..Me interessei bastante por Sayonara ga Chikai node e White Rain vou le-los mais tarde, gostaria de te recomendar alguns dos quais gosto muito, Hello Baby – Takeshi Obata e um outro cujo nome esqueci, e a coleção de “WANTED” do Eiichiro Oda

    • rauzi disse:

      Opa, grato pelo elogio e pelas recomendações. Já tinha lido Hello Baby; talvez seja o auge do traço do Obata, e isso é dizer muita coisa. Bom one-shot. Ainda não li essa coleção do Oda, procurarei.

  2. Ever disse:

    Hotel e Koe no Katachi são mitos mesmo. E o Origin of Nudity é viajado pra caramba, nem sei se entendi direito o que ele queria passar a um tempo atrás quando li.

    E esse último, Tenshi no Wakamae é aquele que chega em um bar depois da morte ou sei lá o que? Mais viajado do que OoN só esse daí mesmo.

    E uma coisa, você poderia indicar links de onde encontrar os One Shots para ler.

    • rauzi disse:

      Tenshi no Wakamae é esse mesmo, talvez você conheça como Angel’s Share (que é a tradução de Tenshi no Wakamae).

      Sobre links, por favor né. Google tá aí pra isso.

  3. Emanon disse:

    Belo post, me interessei por praticamente todos do post.
    Já ouviram falar de Rikon Choutei? É um one-shot do yuusei matsui que li recentemente e achei bastante interessante.

  4. Machina disse:

    House, meu querido, tem algum mangá do Dowman Saiman que você me recomendaria?

    • rauzi disse:

      Nenhum em particular, isso é, todos. Se estiver ok com one-shots, Nickelodeon Red e Nickelodeon Green; se quiser uma história mais longa (em andamento), The Voynich Hotel. Tem uns meio de putaria também, se quiser. Todos igualmente bons.

      Aliás, sem querer ofender, quem é você?

  5. Só queria falar duas coisas:

    1- Minha felicidade ao conhecer um blog que fala de Ryuushika-Ryuushika, que é simplesmente o mangá mais genial que ninguém está lendo. Merece texto, heim? 😉

    2- Falar que, apenas de não ter lido Allumage, Elfen Lied não é nem 1 milésimo do hype em cima dele. Otakinhos de dez anos atrás (o anime é de 2004) piravam na mariola ao ver qualquer desenho animado violento, pois isso inflava o imbecil discurso de “anime naum eh koiza d crianssa viu sel baka ò.Ó”. Na real, Elfen Lied é bem ruim. Ou talvez seja muito bom, não sei, o traço horrível do autor embaça minha visão e não consigo enxergar qualidade quando olho pra Elfen Lied.

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